Terça-feira, Janeiro 31, 2006, 17:17

Sexta-feira, Janeiro 27, 2006, 23:35
Domingo, Janeiro 22, 2006, 13:34
Crucificados com Cristo
~por Elaine C. Castro ~
Quinta-feira, Janeiro 19, 2006, 00:15

Por Aloízio Penido - Pastor da PIB em Juiz de Fora/MG
Trago à tona este assunto, em função da seriedade e pertinência da matéria, pois vejo como lamentável a indiferença que tem caracterizado o povo de Deus nos dias atuais ante os grandes desafios morais e espirituais que nos cercam, principalmente se considerarmos o caminho de dor e sofrimento pelo qual Jesus percorreu.
Em parte, esta situação vem se firmando por culpa dos pregadores atuais que levam os membros das igrejas a praticarem um tipo de cristianismo sem sofrimento, sem doença, sem dificuldade financeira, sem rejeição, sem descontentamento, enfim, sem cruz. As pessoas estão aceitando a Cristo como salvador imaginando que a decisão tomada se equivale ao ato de tomar uma vacina que imuniza e livra o cristão de todos os males e problemas desta vida, colocando-o de fora dos dilemas humanos, o que não é verdade.
Que Deus é todo poderoso ninguém duvida, que quer abençoar os seus filhos é crença corrente, mas não podemos alimentar o ensino equivocado da prosperidade e da bênção incondicional sem fundamentação bíblica, como alguns vêm propagando, que Deus vai dar tudo a todos como se estivesse a serviço do cristão. Pensar e agir como se as coisas fossem tão fáceis e simples assim é aceitar e propagar uma espécie de anticristianismo. Afinal, as dores que sofremos também devem ser consideradas como bênçãos de Deus, porque sem elas não teríamos como diagnosticar as doenças e valorizar a saúde.
O homem moderno está mesmo é em busca de facilidades, comodidades e prazer a todo custo. É por isto que a ciência e a tecnologia vêm fazendo esforços para responder a contento os anseios de satisfação e o grau de exigência das pessoas. Como conseqüência dessa busca insaciável, o ser humano tem se tornado doente. Nunca os consultórios de analistas e psiquiatras foram tão freqüentados como nos dias de hoje e as pessoas jamais consumiram tanto medicamento para resolver os problemas de insônia e depressão, causados pela infelicidade, angústia e tristeza de corações vazios. Esta situação visível em grande parte tem sido gerada por uma expectativa falsa, pois o ser humano não foi criado para o prazer, mas sim para desafios e realizações.
Lamentavelmente, muitas seitas e inúmeras igrejas evangélicas têm caído na tentação de apresentar um cardápio de facilidades e promessas sem apoio bíblico, como se o cristianismo fosse um balcão negócios onde se vende sonhos e ilusões, para manter acesa a falsa esperança de muitos pobres e miseráveis que são levados a acreditar que o verdadeiro cristão não passa por tribulações. Que tragédia! Pois ninguém tem o direito de alimentar falsas esperanças, muito menos aqueles que atuam como mensageiros do Deus Altíssimo. Tal situação é agravada pela adesão de muitos irmãos de igrejas históricas, que são consideradas sérias no compromisso com o evangelho, influenciados por estas idéias, em virtude do bombardeio que recebem através dos programas televisivos, rádio e, principalmente, pela música gospel, que enfatiza o ter em lugar do ser.
Com a predominância deste sentimento nada saudável que vem sendo disseminado e facilmente assimilado, os novos crentes estão se tornando cada vez mais indiferentes aos grandes desafios da fé cristã. Freqüentam os cultos quando podem, contribuem quando sobra, oram quando têm problemas, lêem a Bíblia quando vão à igreja e, com algumas poucas e boas exceções, difamam, fazem intriga, se opõem aos pastores e cometem os mesmos erros de pessoas que ainda não tiveram um encontro pessoal com Cristo. Este é um estilo de cristianismo sem cruz e, por conseguinte, sem Cristo.
Foi por esta razão que Jesus condenou com veemência o comportamento dos religiosos de sua época, porque não tinham compromisso autêntico com a essência da fé apostólica. Para Jesus, cristianismo não é filosofia adotada, mas estilo de vida comprometido com os valores eternos, que se traduzem em justiça social, amor ao próximo, respeito mútuo e submissão à vontade de Deus. Mas é só pela cruz que somos capazes de trilhar o caminho do sacrifício, da submissão, do amor, da compaixão que nos reconcilia com Deus e nos aproxima uns dos outros.
Se quisermos alcançar o alvo estabelecido no coração de Jesus de transformar os conceitos injustos arraigados nos corações dos homens em todo o mundo, necessitamos seguir os seus ensinamentos:
"assim como o Pai me enviou eu vos envio a vós" (Jo 20.21b).
Jesus é o nosso modelo e exemplo. Espelhemo-nos nele para que sejamos discípulos de verdade, que vivem à sombra da cruz.
(Extraído do site Jesus Site)

Sexta-feira, Janeiro 13, 2006, 10:38

The only music minister to whom the Lord will say, "Well done, thy good and faithful servant," is the one whose life proves what their lyrics are saying, and to whom music is the least important part of their life. Glorifying the only worthy One has to be a minister's most important goal!
O único ‘ministro de música’ acerca do qual o Senhor dirá: ‘Bem está, servo bom e fiel’ é aquele cuja vida confirma o que suas letras estão dizendo, e aquele cuja música é a parte menos importante de sua vida. Glorificar ao único que é digno tem de ser o mais importante objetivo do ministro.
São palavras de Keith Green - Trata-se de um músico cristão norte-americano, cujo curto ministério teve grande influência na vida e formação ministerial de muitas pessoas (a começar por mim). Gravou seu primeiro trabalho cristão em meados da década de 70, com pouco mais de 20 anos. Faleceu em 1982, vítima de um acidente aéreo, aos 28 anos de idade. Você pode saber mais sobre ele em www.lastdaysministries.org (site em inglês)
O termo ‘ministro de música’ foi mais usual no passado; hoje nem tanto. Hoje dizemos ‘pastor de adoração’, ministro de louvor, músico cristão, etc. Mas creio que a declaração acima vale para qualquer um que em sua ministração use música ou qualquer outro tipo de arte.
Olhando para o que se tem praticado nas igrejas e no meio cristão brasileiro, vemos algo – no mínimo – estranho. É certo que não encontraremos ninguém que afirme discordar da frase de Keith Green, mas daí a encontrar alguém que demonstre esta realidade no seu dia a dia... É duro. É difícil. Para viver esta realidade há que se caminhar contra, remar contra a maré do mercado, desafiar empresas gravadoras e promotoras de eventos, enfim, ser um calo no pé de muita gente.
Sei que para alguns minhas palavras podem soar um tanto carregadas de tinta, mas eu o convido a passar por alguns itens que ilustram o que eu digo. Chamo a sua atenção não para o que falamos, mas para o que fazemos. Atitudes e não palavras. Atitudes que demonstram o que de fato somos e pensamos, independente de nossas declarações por vezes oportunistas e ‘politicamente’ corretas.
Que ‘ministro’, que nada...
O músico cristão é um ministro? Alguém que recebeu a incumbência de falar e pregar o que recebeu e recebe de Deus? Não! Nossa realidade prática diz que músico é músico, um artista.
No fundo não deixa de ser verdade (ele precisa da arte para desenvolver seu ministério). Mas o problema está na prioridade. Se sou um ministro eu uso a minha música a serviço do ministério. A música é portanto ferramenta, não produto final. Se sou ‘apenas’ um artista, um músico, a música é meu produto final.
Como a nossa realidade prática afirma que músico é artista, não ministro?
Estava na semana passada em um restaurante com um colega, um conhecido músico cristão. Relembrávamos nossas experiências: as boas e as más. Dentre as más, chorávamos as vezes em que fomos convidados para sermos ‘vaso de flor em festa de igreja’. As vezes em que fomos chamados para uma festinha de aniversário como presente para o aniversariante, que sempre ‘sonhou’ em ter o seu ‘parabéns a você’ puxado pelo fulano de tal. As vezes em que fomos convidados porque a nossa voz é peculiar, porque tocamos isso ou aquilo...
Não é de se estranhar que mais e mais ‘artistas cristãos’ gostem desse ritual e comecem a cobrar seus cachês e impor suas condições... afinal, quem é o artista?
Vida coerente? Quem pensa nisso?
Sou do tempo em que se dizia que devemos procurar nos apresentar preparados, como obreiros do que não tem do que se envergonhar. Sou do tempo em que ministro tinha (e tem) lá suas qualificações de vida para exercer seu ministério.
Mas quem presta atenção a isso hoje? Muito pouca gente... Ao contrário, certos músicos e certos grupos são tratados por gravadoras e agências como ‘produtos’ e não pessoas de carne e osso. Pouco importa o que são na vida real; vale o que parecem ser.
Resultado? Ora, não procure muito! Corre-se o risco de descobrir coisas desagradáveis... Talvez algum de seus artistas ‘gospel’ prediletos nem cristão de fato seja... Talvez outro não possa mesmo mostrar
sua família, pois de qual falará? Da primeira esposa e filhos, da segunda, ou da atual, colega de banda, que aliás está grávida?
Mas quer ver um exemplo oposto? Gosto muito da música e das letras de Steven Curtis Chapman (americano, 43 anos). Apesar dos Grammys que já ganhou, segue sendo um exemplo de ministro. Ele anda compondo letras sobre adoção de crianças. Oportunismo? Balela? Ora, entre em outra página do site (www.stevencurtischapman.com) e veja uma foto dele, da mulher, dos 3 filhos biológicos e das 3 meninas chinesas que adotaram. Mais ainda, veja que ele abriu uma fundação que dá bolsas a famílias que queiram adotar crianças, já que o processo de cada adoção pode custar caro. No final, o que fala mais alto? As letras dele ou a vida dele?
Vida que confirme suas letras de música? Letras que retratem seu dia a dia?
’Carlos, pare com essa conversa chata...’ O que vende é música ‘pra cima’, falando de vitória, de sucesso, de prosperidade. O que vende é música de letra fácil, curta, com a qual todo mundo concorda e canta de olhos fechados. Entretenimento, meu caro, en-tre-te-ni-men-to! Canções que mostrem seus fracos e como você os resolve? Ora, não assuma esse tipo de risco...
Conversa de gravadora? Não! Realidade de mercado mesmo. A gravadora só retrata o que percebe no dia a dia. Nosso povo cristão prefere consumir músicas de entretenimento, até como uma consequência do tipo de evangelho (ora, não era pra ter um só?) que hoje se vive nas igrejas. Se a igreja virou um ‘produto’ a ser vendido para os fiéis, por que não nossas músicas?
A música como menos importante?
É, soa mesmo estranho. Ainda mais no clima de excelência que um músico gosta de trabalhar.
Mas se a música for a primeira prioridade, não estamos falando de ministério. Como diz Keith Green, a prioridade deve ser glorificar ao Deus do ministério; a música vem lá no final da fila. E quem conheceu Keith Green sabe que ele estava longe de ser alguém ‘pouco excelente’ no que fazia. Sua música é destacada, suas performances instrumentais são impressionantes. Mas definitivamente o que fala mais alto é sua vida e seu ministério (fala até hoje, quase 25 anos após sua morte).
A excelência no que fazemos deve e precisa existir, mas como consequência do ministério que abraçamos.
A situação tem remédio?
Não creio que devamos falar de remédio. Tampouco creio que Deus está surpreso com as coisas que hoje estão por aí. Ele mesmo já nos preveniu e avisou do esfriamento da fé nos últimos tempos. Portanto, creio que o consumismo que hoje se percebe no meio cristão faz parte desse cenário.
Entretanto, como Deus tem me ensinado, pouco importa o que outros esteja falando ou fazendo. Importa é o que eu estou fazendo. Importa é saber qual tem sido a qualidade do meu ministério perante Deus.
Eu realmente pretendo estar diante Dele e ouvir de Sua boca: ‘bem está, servo bom e fiel’. Ou como diz Ed René Kivitz, ouvir Deus falar : ‘valeu!’
(Fonte: Pro Voice)
Sábado, Janeiro 07, 2006, 00:59

A Pedra no caminho - Cena 1:
Eu ando pela rua. Há uma pedra lá no meio. Ninguém dá nada por ela. Sem perceber, tropeço nela. Ela nem se move... Eu me machuco... maldita pedra! Estava no meu caminho de propósito! Não tem nenhuma utilidade para minha vida a não ser me machucar. Vou jogá-la fora! Vou tirá-la do caminho para que não incomode mais ninguém. Com minhas próprias mãos, eu jogo a pedra bem longe dali... e volto para minha vidinha rotineira sem nenhuma mudança. Afinal, não quero que minha caminhada seja interrompida por uma pedra!
A Pedra no caminho - Cena 2:
Eu ando pela rua. Há uma pedra lá no meio. Ninguém dá nada por ela. Sem perceber, tropeço nela. Ela nem se move... Eu me machuco...
Ops!... aquela pedra conseguiu chamar minha atenção! Como é que eu me esbarrei nela e ela nem se moveu? Percebo que ela não foi colocada ali de propósito, não... Essa pedra deve ter alguma utilidade para mim. Volto à pedra e mexo com ela novamente. Novamente percebo que ela é inabalável. Que maravilha! Não vou abrir mão dessa pedra que encontrei. Terei que mudar o caminho para guardá-la, pois vou usá-la como pedra de esquina na coluna central da casa que estou a construir. E assim ela será útil para mim e para outras pessoas que também poderão se abrigar em minha casa. Com essa pedra tão resistente sei que nada abalará minha morada...
Conclusão:
No meio do caminho havia uma pedra... essa pedra é Cristo. Ninguém deu nada por Ele (Isaías 53.1-3). Muitas pessoas que tiveram a oportunidade de O encontrá-Lo, rejeitaram-No (João 1.11). Houve quem lançasse fora a pedra com suas próprias mãos (Mateus 27.15-54).
Houve, porém, quem entendesse o valor e a utilidade que essa Pedra tem para sua vida e não exitou em guardá-La para si (João 1.12-13). Ouviram Suas palavras e, ainda que elas ferissem essas pessoas, as tais as receberam e guardaram (Salmos 119.11), a fim de edificarem sua casa sobre a rocha inabalável que Se manifestou entre nós (Mateus 7.24-25).
A pedra no meio do caminho foi um tropeço que toda a humanidade sofreu: sua história parou para começar de novo a partir do nascimento de Cristo e, depois dEle, o mundo jamais foi o mesmo. Muitos se escandalizaram, foram confundidos e rejeitaram a pedra. Suas vidas permanecem sem sentido.
Quem creu nela, porém, percebeu na prática o quanto Ela é forte e necessária para nossas vidas, porque Sua própria boca o disse:
Queres ver a diferença que essa pedra pode fazer em tua vida? Leve Cristo para sua casa...
Segunda-feira, Janeiro 02, 2006, 00:00

Meditando sobre a Palavra do Senhor escrita no capítulo 23 do livro de Deuteronômio, fui tocada ao me deparar com as seguintes expressões:
"1. Aquele a quem forem trilhados os testículos, ou cortado o membro viril, não entrará na congregação do Senhor.
2. Nenhum bastardo entrará na congregação do Senhor; nem ainda a sua décima geração entrará na congregação do Senhor.
3. Nenhum amonita nem moabita entrará na congregação do Senhor; nem ainda a sua décima geração entrará na congregação do Senhor eternamente.
4. Porquanto não saíram com pão e água, a receber-vos no caminho, quando saíeis do Egito; e porquanto alugaram contra ti a Balaão, filho de Beor, de Petor, de Mesopotâmia, para te amaldiçoar.
5. Porém o Senhor teu Deus não quis ouvir Balaão; antes o Senhor teu Deus trocou em bênção a maldição; porquanto o Senhor teu Deus te amava." (Deuteronômio 23.1-5)
A epígrafe do texto à cima diz: "Pessoas que são excluídas das assembléias santas"
E é esse o assunto que o Senhor colocou no meu coração tratar neste post: QUEM COMPÕE A ASSEMBLÉIA DOS SANTOS QUE IRÃO VIVER NA GLÓRIA?
Observe que a palavra central da epígrafe citada é "excluídas". Ora, excluídas não são somente aquelas pessoas que não integram, mas também aquelas que faziam parte e foram retiradas.
É bastante polêmico tratarmos sobre esse assunto, com vistas à "tantos evangelhos" anunciados nos dias atuais, pregando uma salvação fácil, que não requer mudanças nem renúncias por parte daqueles que pretendem viver no Céu com Jesus; um evangelho triunfalista, que observa bênçãos e satisfação de interesses temporais, somente nesta vida, e se esquece de tratar dos assuntos do Reino, para a vida futura e eterna, e que engrandecem prioritariamente a glória de Deus.
Desde o início da história do homem, porém, vemos o Senhor tratando o Seu povo com amor e zelo, mas também com muita correção e justiça diante de tantas falhas cometidas por aqueles que deveriam ser, mais na prática do que na teoria, a imagem e semelhança de Deus.
Deus havia liberto Seu povo da escravidão do Egito e instituiu a assembléia solene como uma reunião santa para ofertar honras e sacrifícios pacíficos ao Senhor (Levíticos 23.36; Números 29.35; Deuteronômio 16.8).
Da mesma forma, eu, você e todos quantos receberam Jesus Cristo como único, suficiente e eterno Senhor, Intercessor e Salvador de suas vidas, fomos resgatados por Ele do mundo (Egito), para viver em comunhão com Deus e ter direito de participar da assembléia dos santos que se formará no Céu de Glórias por uma multidão de salvos arrebatados por Jesus para Si.
Gosto muito de analisar os textos bíblicos da época da lei contextualizando-os com a atualidade do tempo da Graça. E, numa analise comparativa, vejo o Senhor, simbolicamente anunciando para nós hoje três tipos de cristãos que não entrarão no Reino dos Céus, por mais que cantem, dancem, pulem, falem em mistérios, sapateiem, profetizem, chorem, preguem em nome de Deus. Vejamos:
1. MEMBROS IMPRODUTIVOS - "Aquele a quem forem trilhados os testículos, ou cortado o membro viril, não entrará na congregação do Senhor." (Deuteronômio 23.1)
Diante de tamanha proliferação do pecado e do mal, Deus teria todos os motivos para destruir ou simplesmente abandonar esse mundo de vez, não fosse pela presença da Igreja sobre a face da terra, a fim de anunciar o Evangelho e contribuir assim para que o nome do Senhor seja ainda mais glorificado. A Igreja tem sido a coluna de sustentação do mundo, e sua permanência aqui é o que não tem permitido com que todo o sistema humano se desmorone de vez e seja completamente dominado pelo império do mal.
Ainda existem milhares de milhares de vidas que precisam ser resgatadas do caminho da perdição. E a missão da Igreja do Senhor Jesus Cristo é esta: anunciar o Evangelho da Salvação em todo o mundo e formar discípulos para o Reino de Deus:
A triste realidade, porém, é que, a cada novo dia, as igrejas, estão crescendo seu número de membros e diminuindo seu número de verdadeiros profetas. Milhares de templos novos são erguidos a cada ano em todo mundo e, no entanto, há um comodismo muito grande na maior parte das pessoas que freqüentam as igrejas e não assumem nenhum compromisso com Deus (e das que assumem, poucas o honram!) em relação à ordem do Senhor Jesus para anunciar o Evangelho e resgatar para Deus vidas das garras do maligno.
Tais pessoas esquecem-se (ou simplesmente nunca atentaram para isso!) que o preço pago pelas vidas que estão dentro das congregações é exatamente o mesmo que foi pago pelas vidas que seguem aos milhões para o abismo eterno. Importam-se consigo mesmas e não demonstram nenhum afeto às vidas que perecem, e às quais Cristo amou de forma tão incomparavelmente sublime, aponto de, por elas também, Se entregar à maldita morte de cruz. Demonstram sim, falta de amor pelo semelhante e pelo sacrifício e pela obra redentora de Cristo no Calvário. Ainda não atentaram para a expressão "TODOS", que faz toda a diferença na história da crucificação e da salvação do mundo. No Evangelho, segundo escreveu São João, lemos:
A morte de Cristo aconteceu por TODOS e não exclusivamente por judeus ou por qualquer outro povo.
Tão pouco aconteceu somente pelas pessoas do tempo em que Jesus viveu ou só pelas pessoas dos dias atuais:
O preço pago pelo Senhor Jesus quando imolado como cordeiro santo e imaculado para nos resgatar do cativeiro do pecado... foi por TODOS! E por isso Ele nos convida a dividirmos com nossos semelhantes essa graça que recebemos, e nos incumbe da missão e da honra de levarmos o Seu sacrifício e o Seu amor ao conhecimento de TODOS.
Ainda em vida, o Senhor Jesus também advertiu Seus discípulos:
O fruto tratado aqui é o fruto do Espírito Santo (Gálatas 5.19-25), que é o caráter de Cristo em nós manifesto através de nossas atitudes e testemunho. Assumir tal caráter também significa, além de viver como Cristo viveu, realizar as mesmas obras (ou maiores até... João 14.12) que Ele fez. Jesus não citou nome de A ou de B quando instruiu Seus discípulos a evangelizar:
Portanto, se você hoje é um discípulo de Jesus, essa missão de produzir frutos para o Reino de Deus também cabe a você.
2. MEMBROS SEM IDENTIDADE - "Nenhum bastardo entrará na congregação do Senhor; nem ainda a sua décima geração entrará na congregação do Senhor." (Deuteronômio 23.2)
Da mesma forma em que as igrejas estão lotas de pessoas sem compromisso com a causa do Evangelho, também está lotada de pessoas que se dizem "filhas de Deus" mas que nunca assumiram a identidade cristã. Isto é, pessoas que desceram às águas do batismo, receberam seus cartões de membro mas nunca tiveram de Deus a paternidade assumida porque nunca nasceram de novo...
Jesus não disse, em nenhum momento dos registros bíblicos, que a condição para sermos salvos seria somente freqüentar uma igreja ou nos comportarmos como cristãos, Seus seguidores. Há uma diferença muito grande entre "ser crente" e "ser salvo".
Os verdadeiros filhos de Deus devem viver o que pregam. Não devem se mascarar como título de "evangélicos" e continuar com hábitos de vida como os do mundo. O verdadeiro cristão deve ser reconhecido pelo brilho do Espírito Santo em sua vida, que se reflete em seus atos, seus pensamentos, suas palavras, seus valores, seus sentimentos, sua prática de vida. A Palavra de Deus nos diz que os filhos de Deus são "novas criaturas" em Cristo Jesus. E diz também que quando renascem da água e do Espírito, "as coisas velhas já se passaram; eis que tudo se fez novo" (2Coríntios 5.17). O que vemos, porém, é que há muitos que se dizem "filhos de Deus", isto é, teoricamente mortos para o pecado e renascidos em Cristo, permanecendo e praticando todas as coisas que faziam antes de serem salvos por Jesus. Ora, se permanecem em nós os mesmos desejos de satisfazer as nossas vontades e as mesmas práticas também, definitivamente não nascemos de novo do Espírito.
Existe uma afirmação incoerente dentro da maioria das igrejas e que tem impregnado a mente da maioria dos cristãos, que determina (baseada não sei em quê!) que "Deus quer mesmo é o coração."
Mas quero discordar dessa ótica, porque vejo nessa afirmação uma monobra para se instaurar um evangelho barato, sem renúncias, onde se fala em Jesus mas não se vive o que Jesus nos ordena a viver, isto é, A SANTIFICAÇÃO, SEM A QUAL NINGUÉM VERÁ A DEUS (Hebreus 12.14).
A 1ª epístola de João, no capítulo 2 e versículos 15 a 17, diz:
Ser cristão tem se tornado cada vez mais fácil no decorrer dos tempos. Ser um cristão autêntico, porém, tem se tornado um desafio para todas as pessoas que querem viver piamente na presença de Deus. O capítulo 19 do livro de Atos narra a história de sete judeus exorcistas ambulantes que tentavam invocar o nome do Senhor Jesus sobre pessoas que tinham espíritos malignos, dizendo:
Respondendo, porém, o espírito maligno, disse aos filhos de Ceva:
Aqueles homens foram envergonhados diante de muitas pessoas quando o homem que tinha o espírito maligno saltou neles e os feriu, espancou, deixou-os nus, obrigando-os a fugir. Isso aconteceu porque eles não possuíam uma identidade que atestasse a paternidade de Deus em suas vidas. Eram bastardos, como tantos que hoje há em nosso meio, a saber, pessoas que usam o nome de Cristo para se manterem rotuladas como "cristãs" mas que se confundem com o mundo e não podem ser (nem são) reconhecidas como filhas de Deus.
A palavra do Senhor nos diz que "o próprio satanás se transfigura em anjo de luz" (2Coríntios 11.14) para fazer "sinais e prodígios, para enganarem, se for possível, até os escolhidos" (Marcos 13.22). Somos o Israel de Deus. Os filhos de Sião. Não podemos nos deixar convencer pela aparência do mal nem permitir que nossas atitudes e testemunho banalizem o Evangelho Genuíno de Cristo. Pois "aquele que diz estar nele, também deve andar como ele andou". (1João 2.6)
3. MEMBROS SEM AMOR - "Nenhum amonita nem moabita entrará na congregação do Senhor; (...) Porquanto não saíram com pão e água, a receber-vos no caminho, quando saíeis do Egito; e porquanto alugaram contra ti a Balaão (...) para te amaldiçoar". (Deuteronômio 23.3-4)
Houve um momento na história do êxodo de Israel que o povo precisou passar pelas terras dos moabitas e dos amonitas para seguirem o caminho em que o Senhor havia indicado a Moisés. Mas numa expressão de falta de sentimentos por aquele povo outrora 400 anos escravo do Egito, os reis dos termos proibiram aos hebreus passarem por lá. (Deuteronômio 2)
O sofrimento de Israel configura o sofrimento de muitos amados dentro das congregações. Pessoas que passam pelos mais diversos problemas, como fraqueza espiritual, dificuldades financeiras, decepções amorosas, humilhações, problemas conjugais e familiares, discriminação, enfermidades, e não encontram (ou quase não encontram) a orientação ou o apoio por parte dos irmãos da igreja onde congrega. Isso só revela como há hipocrisia no meio dos cristãos! Essa triste verdade é uma realidade dolorosa e vergonhosa entre os que almejam a vida eterna.
Tantos congregados pregam amor ao próximo e guardam dentro de si a mágoa; pregam alegria da salvação mas sofrem dentro de si a incerteza da sua própria salvação; pregam acerca da justiça de Deus, mas são os primeiros a acusar e condenar os irmãos. Quantas pessoas que se acham no direito de julgar e condenar irmãos fracos e caídos na fé, demonstrando na prática toda falta de amor que pregam não dever existir dentro da Igreja! Quantas pessoas insensíveis, que se julgam santas e potentes, ao ponto de humilhar e menosprezar os irmãos menores na fé e na hierarquia apostólica, num legado de favoritismos e discriminações! Quantas mentiras, fofocas, mexericos e profanações diversos proferidos pelos lábios daqueles que pregam o que não vivem e vivem o que não pregam, demonstrando somente a incoerência de suas vidas diante de Deus! São pessoas que não medem conseqüências e não observam o tamanho do estrago que a hipocrisia pode trazer para suas vidas e para as vidas de muitos irmãos que as rodeiam.
E, como a Igreja é um corpo (1Coríntios 12.27), todo ele acaba por sentir também as dores desse mal que acomete muitos dos seus membros ... todo o corpo padece profundamente (1Coríntios 12.26).
A falta de amor ao próximo tem deixado muitas pessoas externas à glória de Deus. Estão envoltas em uma nuvem de ilusões quanto à salvação mas não têm renunciado o seu mal para que Deus verdadeiramente opere o milagre da salvação em suas vidas. Vivem de aparências e acabam por não receberem as bênçãos maravilhosas que o Senhor reserva para todos os limpos e sinceros de coração, que vivem segundo o Seu caráter e amam com o amor do Senhor...
Se Cristo tivesse sido hipócrita e dispensado um falso amor sobre a humanidade (que estava destinada à morte por toda a eternidade), que esperança teríamos hoje? Que seria de nós? Não temos todos nós o direito de entrarmos no Reino dos Céus através da salvação em Cristo Jesus que nos amou de verdade e a Si mesmo se entregou por todos? Qual é, pois o direito que muitos julgam ter para condenar e/ou absolver outros? E sob a determinação de quem foram feitos melhores e mais importantes do que os outros filhos de Deus?
A falta de amor ao próximo tem conduzido muitas pessoas a desprezar outras, não se importando com seus sentimentos e valor diante de Deus e diante do mundo. O orgulho e a arrogância têm sido molas propulsoras nas vidas de muitas pessoas que têm pregado o que não têm vivido e também vivido o que não têm pregado. A queda de muitos irmãos da fé tem se tornado motivo para exclusões, favoritismos, humilhações, iras, facções, justiças com as próprias mãos. Deus, porém, não tem nos ensinado assim, mas instrui Seu povo a amar e se dedicar ao próximo com amor sincero e amigo, a fim de ajudar os irmãos espirituais a se fortalecerem nessa árdua caminhada para o Céu.
Em vez de derrubar ou manter caído um irmão, estendamo-lhes a mão e ajudemo-lho a se levantar e a se firmar diante do Senhor. Lembremo-nos sempre que um dia, um de nossos pés também poderá falhar.
Há alguns dias ouvi uma frase muito séria e certa, que diz:
Infelizmente, já alguns tribunais estão funcionando sob o título "igreja", onde a prática do julgamento é constante. Nenhuma falha gera motivos para julgamentos dos irmãos; uma única falha é motivo para se condenar um irmão; muitas falhas são motivo para exterminá-lo.
Há um ditado que diz: "Pau que nasce torto, morre torto." E, em relação às mudanças das vidas e a regeneração do homem, a igreja parece ter adotado essa mentira diabólica em seu coração, menosprezando o poderio e a sabedoria de Deus e adotando para si uma postura julgadora e condenatória. Ora, se Cristo era carpinteiro (Marcos 6.3), não há pau que Ele não possa concertar. E, como em toda carpintaria há ferramentas para o carpinteiro trabalhar, Jesus conta comigo e com você, membro da Igreja do Senhor, não para destruirmos vidas com nossos julgamentos e opiniões pessoais, mas como Seus instrumentos de trabalho nessa grande obra de restauração dos pecadores...
Que a improdutividade, a falta de identidade e a falta de amor ao próximo sejam práticas distantes da tua vida, amado(a) leitor(a)! E que todos nós possam viver embaixo da dispensação do Senhor, alheios a qualquer prática que possa interferir no nosso relacionamento com Deus. Só assim poderemos nos encontrar na grande Assembléia dos Santos, que será a maior e mais bela reunião já agendada nos Céus e na terra...

No amor Daquele que mais nos amou...
CADASTRE-SE,
e receba em seu e-mail as meditações bíblicas publicadas diariamente neste blog!
O homem deve:
Ler a Bíblia
para ser sábio;
Crer na Bíblia
para ser salvo;
Praticar a Bíblia
para ser santo.
Em Que e em Quem Creio?
Creio na Bíblia, a Santa Palavra verbalmente inspirada pelo Espírito Santo, como a Palavra de Deus infalível, a única autoridade para a fé e a conduta cristãs;
Creio no Deus Trino, representado por Pai (Jeová), Filho (Jesus Cristo) e Espírito Santo (Consolador);
Creio na existência de satanás, chamado diabo, no seu atual controle sobre a humanidade não arrependida, e na sua intenção de destruir a Igreja do Senhor Jesus;
Creio na queda e no estado perdido do homem, cuja total depravação torna necessário o novo nascimento em Cristo Jesus;
Creio na divindade de Jesus Cristo, no Seu nascimento virgninal, na Sua morte e na Sua ressurreição física, na Sua presente exaltação à direita de Deus e na Sua volta pessoal, preliminar e iminente;
Creio nos feitos miraculosos e maravilhosos de Jesus Cristo pessoalmente em vida e através do Seu nome após Sua morte, inclusive ainda nos dias de hoje, segundo o que foi descrito pela Bíblia;
Creio na expiação dos pecados através da morte substitucionária de Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador, e do derramamento do Seu sangue como sacrifício definitivo e suficiente para nos aproximar de Deus e nos purificar de todo o pecado;
Creio na salvação obtida, pela Graça de Deus, através da fé, e não através das nossas próprias obras;
Creio na ressurreição dos salvos para a vida eterna no Céu;
Creio na vida eterna ao lado de Deus, na Cidade Santa, livre de toda sorte de dor e pecado;
Creio na Igreja como o Corpo e a Noiva de Cristo, formada apenas por aqueles que experimentaram o novo nascimento, pelos quais Ele agora faz intercessão no Céu e para os quais Ele voltará outra vez;
Creio em Jesus Cristo como o único Mediador entre Deus e os homens e o único nome ao qual se deva prestar devoção e honras;
Creio na Grande Comissão de Cristo para a Igreja de ir por todo o mundo e pregar o Evangelho a toda criatura, batizando e ensinando aqueles que crerem;
Creio que o movimento ecumênico, que defende a união de todos os tipos de religiões e credos, NÃO É BÍBLICO, pois contraria os princípios doutrinários de separação eclesiástica e pessoal estabelecidos pela Palavra de Deus. Por isso, este blog não se associa com tal movimento.
Devocionais
"Secam-se as ervas,
caem as flores;
mas a Palavra do nosso Deus
subsiste eternamente."
(Isaías 40.8)
Já foi publicado aqui...
Excluídos da Assembléia santa
A Pedra de tropeço
Música ou Ministério?
Cristianismo sem Cruz
Crucificados com Cristo
Preferência pelos porcos
Paz nas tempestades
Esperando, ou preparados?
Negar a si mesmo (Wurmbrand)
Confiar...
Zaqueu e a prosperidade da alma
Aba, Pai!
O Sagrado Alimento
Prosseguir com Jesus
No jardim... (Max Lucado)
A casa que Deus escolheu morar
Triunfo sobre a morte
Deus cuida de mim!
Nós?
Após Jesus...
Igreja: Centro de formação de EX
A eficácia da oração
Louvor X Palavra de Deus
Escolhidos para lutar...
Vivos entre mortos
Chuva de Deus
Aprendendo com as vaquinhas...
Halloween
Deus Vivo
Como uma aranha marrom!
Impelidos para o deserto
Intimidade com o Pai
Vasos de alabastro
Nascidos de propósito!
Salmo 1
Surpreendente!
Nos encontraremos no Paraíso
Sacrifícios no deserto
Sobre o 25 de dezembro
Paciência!
Não quereis também vos retirar?
O sonho que tive esta noite...
A Lâmpada de Israel
O sublime amor de Deus
Reciprocidade para com Deus
Projeto que Deus amou
Amor
Páscoa: passagem para a vida!
Invasão Canina
Cultos (IR)reverentes?
Face a face
Paixão sincera
Um espírito excelente!
Ele guarda nossas lágrimas...
Anunciai!
Um livro todo seu...
Escolhas...
Amai-vos!
Tesouros do coração
Quem mais está no cárcere?
Ebenézer!
Vitorioso por nós
Lógica Ilógica
Muito trabalho para Deus
A loucura da pregação
Pequenos gigantes
Prazer, muito além de obrigação.
A ordem é para marchar!
Uma lição para Jairo
Os fins justificam os meios
Rogai ao Senhor pela Sua Seara!
Há esperança no vale!
Apenas copos, e nada mais!
Raízes da fé
A Igreja que cumpre o IDE
Em quem tens confiado?
Quando Deus é esquecido...
Resposta para uma internauta
"Adeus" até daqui a pouco!
Superficialidades...
Tesouros em vasos de barro
Fiéias Despenseiros
Bem além dos usos e costumes
Um novo cântico
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